terça-feira, 17 de junho de 2008

Sem Paragens

Pela escuridão caminhei em busca de algo. Algo que me trouxesse de novo à vida.
Algo quente e frio, amargo e doce... não tem importância.
O que interessa é sentirmos a vida nas nossas veias.
O que interessa é sentirmos a suavidade das caricias no nosso rosto.
A busca não pára e nunca chegará ao fim.
A perfeição é o fim, a vida o objectivo, o prazer o prémio para os que se aventuram.

Para quê parar quando há tanto por descobrir,
O tempo é curto se não dermos asas à nossa imaginação,
O mundo é vasto, as pessoas imensas,
Sendo assim... parar é fingir que alcançamos o que queremos.

A vida é bela com os seus momentos doces,
Acontecimentos deslumbrantes e rostos cintilantes.

Parar ??? Nunca!!!
Limites ??? não existem...
Existem pequenas paragens para descansarmos das nossas viagens,
Mas estas só acabam quando nós queremos,
Ou a nossa imaginação não nos deixa voarmos mais longe.

Mãe

Minha Mãe, minha Flor,
Tu és a minha esperança,
Tu és a minha vida,
Tu tratas sempre da minha dor,
Com todo o teu amor.